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António Zambujo, Sara Carinhas, Manuela Azevedo, Kalaf e José Eduardo Agualusa são os convidados das Vodafone Vozes da Escrita

Quinta-feira, 2 de Agosto de 2018
Sessões de leitura com nomes consagrados da cultura regressam a mais uma edição do Vodafone Paredes de Coura.
  • Momentos dedicados à poesia realizam-se nos dias 16 e 17 de agosto, às 13h, no palco Jazz na Relva.

A atriz e encenadora Sara Carinhas e os músicos Manuela Azevedo e António Zambujo formam o trio de dia 16 de agosto. O escritor José Eduardo Agualusa e o músico e escritor Kalaf Epalanga são a dupla de dia 17 de agosto. São estes os cinco convidados da edição deste ano das Vodafone Vozes da Escrita que, pelo quarto ano consecutivo, vão protagonizar sessões de leitura na Praia Fluvial do Taboão.

As atuações realizam-se, nos respetivos dias, no palco Jazz na Relva, às 13h e, à semelhança de anos anteriores, os convidados vão preparar duas sessões de leitura inéditas, proporcionando aos presentes nas margens do rio Coura momentos especiais em torno das palavras, que só podem acontecer num festival tão particular como o Vodafone Paredes de Coura.

Sara Carinhas iniciou o seu percurso como atriz em 2003. Manoel de Oliveira, Alberto Seixas Santos e Manuel Mozos foram alguns dos nomes com quem colaborou em cinema. Já em teatro trabalhou com Adriano Luz, Beatriz Batarda, João Mota, Marco Martins e Ricardo Pais, entre outros. A vontade de se desafiar levou-a a arriscar a encenação em 2013, com a adaptação de “As Ondas” de Virginia Woolf. Dois anos depois subiu ao palco do Teatro São Luiz, em Lisboa, com “Baile”, onde contracenou com Manuela Azevedo, a carismática vocalista dos Clã, numa peça que combinava teatro, dança e música. Em 2017, a atriz participou no espetáculo-tributo que António Zambujo dedicou a Chico Buarque, revelando igualmente os dotes de cantora.

A primeira sessão de leitura na Praia Fluvial do Taboão vai, assim, juntar Sara Carinhas a dois dos nomes maiores da música nacional: Manuela Azevedo, conhecida pelo seu percurso à frente dos Clã, mas também com incursões no teatro ao lado de Bruno Nogueira (“Deixem o Pimba em Paz”) e, mais recentemente, na peça “Montanha-Russa”, de Inês Barahona e Miguel Fragata; e António Zambujo, músico natural de Beja que cresceu a ouvir cante alentejano e se apaixonou, ainda pequeno, pelo fado, fazendo do cruzamento entre os dois estilos musicais a base da sua obra.

Antecipa-se, portanto, uma hora de partilha e cumplicidade irrepetível com o trio de amigos, que se junta pela primeira vez em palco no Vodafone Paredes de Coura.

De profunda amizade também é feita a relação de Kalaf Epalanga e José Eduardo Agualusa, duas das vozes mais proeminentes da cultura angolana. O afeto que nutrem um pelo outro é público, com Agualusa a apadrinhar, inclusive, a estreia de Kalaf como romancista no final de 2017, quando este lançou “Também os Brancos Sabem Dançar”.

É a literatura que ocupa agora a veia criativa de Kalaf, que antes de se assumir como romancista construiu um património musical que dispensa apresentações com os Buraka Som Sistema. Kalaf é ainda autor de “O Angolano Que Comprou Lisboa (Por Metade do Preço)”, livro que reúne as crónicas que foi publicando ao longos dos anos no jornal Público e no portal Rede Angola. Atualmente vive e trabalha entre Lisboa e Berlim.

José Eduardo Agualusa, nome incontornável da literatura lusófona, estreou-se como romancista em 1989 e, desde então, já soma a publicação de 13 romances, traduzidos em mais de 30 idiomas. A par disso, é autor de coletâneas de contos e diversos títulos para crianças. Divide o seu tempo entre Lisboa e a Ilha de Moçambique.

A segunda sessão de leitura promete, assim, ser um encontro marcado por influências lusófonas, às quais se juntam as referências globais que os dois autores foram acumulando, ao longo dos anos, através de percursos sempre escancarados para o mundo.

As Vodafone Vozes da Escrita surgiram em 2015, com a participação dos escritores Matilde Campilho, Pedro Mexia, Carlos Vaz Marques e Rui Cardoso Martins. Nos anos seguintes, os músicos Samuel Úria e Gisela João, Capicua e Adolfo Luxúria Canibal, Catarina e Tomás Wallenstein, Marta Ren e Miguel Guedes formaram duplas para dar vida a estas sessões de leitura, com os textos escolhidos a incluírem poesia, letras de canções, excertos de romances, crónicas, histórias e autores vários.

A 26.ª edição do Vodafone Paredes de Coura decorre entre os dias 15 e 18 de agosto, e vão passar pelo ‘habitat natural da música’ nomes como Arcade Fire, Fleet Foxes, Skepta, Jungle, Diiv, Slowdive, Dead Combo, Legendary Tigerman, entre muitos outros.

Os passes gerais para o festival podem ser adquiridos pelo preço de 100€, com campismo incluído (limitado ao espaço existente), na App Vodafone Paredes de Coura, disponível para iOS e Android, no site oficial do festival e ainda em bol.pt, Ticketea, Festicket e locais habituais (FNAC, CTT, El Corte Inglés,…). Os bilhetes diários estão disponíveis pelo preço de 50€.

Contactos

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